Origens humildes e virada estratégica

A Divina Agulha nasceu há uma década com uma máquina de costura de R$ 800 comprada a prestações. Jô Melo, natural da Bahia, transformou o artesanato doméstico em empresa ao participar do programa Costurando Futuro. A iniciativa ofereceu capacitação técnica e acesso a insumos industriais, permitindo a formalização como MEI.

Pandemia como catalisador de crescimento

O setor de personalizados ganhou escala durante a crise sanitária. A empresa produziu máscaras técnicas e itens de proteção para fábricas da Volkswagen. Nesse período, Jéssica Melo assumiu a gestão administrativa, estruturando operações e expandindo a rede de costureiras.

Consolidação no mercado corporativo

Hoje, a marca atende gigantes como Audi, Unilever, BASF e Toyota. Com sede própria e equipe fixa, o negócio divide suas frentes entre confecção própria de bolsas e ecobags, importação de brindes e desenvolvimento de kits integrados para empresas.

Projeção financeira e expansão física

A Divina Agulha projeta faturar R$ 1,2 milhão em 2026. O ritmo acelerado exige mudança para nova sede, ampliando a capacidade produtiva. A liderança familiar mantém divisão clara entre produção e administrativo.

Impacto social e futuro do negócio

Além da expansão comercial, a empresa planeja criar oficinas de capacitação para mulheres e jovens em vulnerabilidade. O modelo une crescimento sustentável e responsabilidade social, retributing à sociedade o apoio recebido nos primeiros anos.