Conflito de expectativas na última milha
Um vídeo publicado nas redes sociais pelo entregador João Victor expôs uma diferença marcante nos comportamentos de consumidores paulistas e cariocas. A publicação, que já ultrapassou 271 mil visualizações, gerou debate intenso sobre os limites do serviço de entrega e as expectativas dos clientes.
A regra das plataformas versus a prática local
O motoboy explicou aos clientes que as diretrizes do iFood, 99 Food e Keeta determinam que a responsabilidade termina no primeiro ponto de acesso, como portaria ou guarita. Enquanto em São Paulo é comum os clientes descerem para receber o pedido, no Rio de Janeiro há relatos frequentes de reclamações quando o entregador não sobe ao apartamento.
Reação do mercado e outros profissionais
A discussão ressoou com outros trabalhadores do setor. Entregadores de Curitiba, Campinas e Baixada Santista confirmaram que não enfrentam essa pressão por subir escadas ou elevadores. A frase "entregador não é garçom" ganhou força nos comentários, reforçando a ideia de que o serviço se encerra no encontro combinado.
Impacto na experiência do cliente
Muitos internautas relataram ansiedade pela chegada do pedido, o que os levaria a descer rapidamente para evitar espera. A divergência cultural evidencia um ponto crítico na operação de delivery: a necessidade de alinhar claramente os termos de entrega antes da conclusão do pedido para evitar conflitos desnecessários.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Z/a/zSFtArS4a2urvinjx4JQ/design-sem-nome-8-.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/Z/s/CKiwdgSdShUCnd6Jlbjg/publicador-api-pegn-pressworks-100-42c603cd-9c16-4dcc-a884-3a3035589755-20261007165047.jpeg-20261007165056)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/I/0/1U3LRcSZAqgjwqRIkdPg/design-sem-nome-45-.png)

