A dor invisível no funil comercial
Perina Braga e Gabriel Henrique Silva enfrentavam um paradoxo comum em agências de geração de demanda: geravam centenas de leads qualificados, mas os clientes não fechavam. A análise profunda revelou que o problema não estava na prospecção, mas na execução. Os times comerciais careciam de treinamento prático e feedback imediato sobre suas interações.
O pivô estratégico da Imersa
Em vez de contratar mais consultores, a dupla decidiu construir uma solução tecnológica. Nascida em Mogi Guaçu (SP), a Imersa pivotou sua operação para desenvolver uma plataforma de inteligência artificial que atua como um "scanner" de performance. Diferente de assistentes genéricos, a ferramenta se integra às regras de negócio, disponibilidade de produtos e políticas de preço de cada empresa.
Tecnologia plug-and-play com contexto profundo
O sistema monitora reuniões e ligações, analisando a desenvoltura dos vendedores e gerando simulações de treino personalizadas. O diferencial está no "núcleo cognitivo" desenvolvido pelos fundadores, que permite à IA entender nuances específicas do setor, algo que modelos padrão de linguagem não fazem nativamente sem configurações complexas.
Investimento e projeções de crescimento
Para viabilizar o projeto, os sócios reinvestiram todo o capital inicial e desembolsaram cerca de R$ 500 mil do próprio bolso, recusando captar antes de validar a tese. Com o MVP rodando, a startup fechou uma rodada anjo liderada pelo BAZ Venture, avaliando a empresa em quase R$ 4 milhões. O foco agora é escalar a base de clientes B2B e preparar uma pré-seed maior para 2027.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2026/n/z/vj4nDGTuqKcGz6QpUnbw/img-9206.jpeg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_ba41d7b1ff5f48b28d3c5f84f30a06af/internal_photos/bs/2025/i/N/h156BsQfq7X93MkMYuNA/monabiolinker.jpg)

