Arquitetura de crescimento escalável

O empresário Renato Silva estruturou a Tessora para atuar além do desenvolvimento inicial de marcas. O foco agora é o Brand Labs, programa que integra estratégia, indústria, distribuição e tecnologia. A proposta visa alcançar faturamento anual de até R$ 10 milhões nos cinco primeiros anos, uma meta condicionada à demanda real e ao desempenho dos canais de venda.

Estrutura de custos e investimento inicial

A entrada no ecossistema exige um aporte mínimo de R$ 270 mil. Desse total, R$ 170 mil cobrem a fase estratégica e técnica, enquanto R$ 100 mil destinam-se à industrialização. Divulgação, equipe operacional e capital de giro devem ser previstos separadamente, garantindo que a estrutura de custos suporte a reposição do portfólio.

Remuneração recorrente via royalties

Além da receita do desenvolvimento, a Tessora atua na condução comercial das marcas. O contrato prevê royalties entre 16% e 28% sobre o faturamento bruto. Em um cenário hipotético de R$ 10 milhões anuais, essa margem geraria entre R$ 1,6 milhão e R$ 2,8 milhões para a empresa gestora, mantendo a propriedade da marca com o cliente.

Tecnologia como motor de gestão

A infraestrutura digital é fornecida pela Orbora, plataforma SaaS com CRM integrado ao WhatsApp e qualificação comercial via inteligência artificial. O sistema conecta vendas, estoques e gestão financeira, permitindo ajustes ágeis na abordagem comercial e otimização da produção conforme a evolução do negócio.