A virada estratégica

Catharine Meffe, 34 anos, deixou uma carreira bancária de sete anos para cuidar do filho e iniciar um negócio doméstico. Com apenas R$ 100 em ingredientes, ela construiu a Senhorita Confeitaria, hoje uma operação que fatura média de R$ 250 mil por mês. A decisão não foi apenas por flexibilidade, mas por controle sobre a gestão do tempo e dos processos.

Escala via padronização

O ponto de inflexão ocorreu em agosto de 2025. Ao migrar de bolos personalizados para produtos padronizados, como naked cakes, a empresa eliminou gargalos operacionais. Essa mudança permitiu criar processos eficientes, liberando a fundadora das atividades manuais e focando na gestão e expansão.

Delivery como motor principal

Com a produção otimizada, a marca investiu pesado em plataformas de entrega. Hoje, o canal digital responde por 93% da receita, gerando cerca de 7 mil pedidos mensais com tíquete médio de R$ 37. O carro-chefe, fatia de torta-cookie, movimenta 60% do faturamento diário.

Gestão de pessoas e futuro

O maior desafio atual é a liderança de uma equipe de dez colaboradores. Para sustentar o crescimento projetado de R$ 2,5 milhões em 2026, a empresa estrutura uma fábrica própria e planeja abrir quatro unidades em São Paulo, avaliando também o modelo de dark kitchens.